sábado, agosto 14, 2010

Modelo de Capacitação e Gestão por Competências

O que é Perfil?

"Conjunto de competências relativas ao desempenho de um determinado cargo ou função."

O que é Competência?

“Um agrupamento de conhecimentos, habilidades e atitudes correlacionadas, que afeta parte considerável de atividade de alguém e se relaciona com o seu desempenho, que pode ser medido segundo padrões preestabelecidos, e que pode ser melhorado por meio de treinamento e desenvolvimento”.

HABILIDADES: é agir com talento, utilizando a capacidade e técnica, obtendo resultados positivos. É O PODER FAZER.

CONHECIMENTOS: conjunto de informações e conceitos que a pessoa armazena. É O SABER FAZER.

ATITUDES: conjunto de valores, crenças e princípios, formados ao longo da vida, é o padrão comportamental que determinam nossas atitudes. É O QUERER FAZER.

Para todas as atividades que desempenhamos, precisamos de conhecimentos, habilidades e atitudes específicas que são nossos diferenciais de entrega de resultados; portanto, podemos definir competências como:

“Conhecimentos, habilidades e atitudes que disponibilizadas adequadamente têm impacto no desempenho e na entrega de resultados para o ambiente organizacional”.

Isto significa que não adianta ter um bom conhecimento técnico e não ter um perfil comportamental compatível com o bom desenvolvimento das atividades, bem como orientado pela estratégia do negócio.

Existem, ainda, três tipos de dimensões de competências que o profissional precisa analisar para o desenvolvimento do Modelo de Capacitação e de Gestão por Competências, que são:

Competências Estratégicas ou Diferenciadoras

As competências organizacionais, também chamadas de “core competencies” são aquelas que diferenciam a organização e geram vantagem competitiva. São identificáveis a partir do entendimento da missão empresarial e dos valores organizacionais, e que fazem frente à concorrência, como sendo parte de sustentação do negócio. São escritas de maneira genérica e obrigatoriamente têm de ser comunicadas a todos funcionários, pois as mesmas fazem parte do diferencial estratégico existente ou a ser alcançado.

- Visão Estratégica;
- Pensamento Sistêmico;
- Gerenciamento de Mudança;
- Conhecimento do Negócio;
- Estilo Empreendedor.

Competências Funcionais ou de Gestão

Conjunto de competências que são respectivamente as intrínsecas ou estruturais, bem como as gerenciais ou de gestão, necessárias para o bom funcionamento da organização e que são percebidas pelos clientes externos.

- Gerenciamento de Projetos;
- Planejamento, Organização, Controle e Análise de Informações;
- Processos Organizacionais;
- Qualidade dos Trabalhos;
- Produtividade.

Competências Técnicas e Comportamentais

Competências que promovem o bom funcionamento de processos internos e sistemas de trabalho, que estimulam o desenvolvimento do clima de trabalho: dinamismo, relacionamento humano e trabalho em equipe e aquelas ligadas a execução de atividades tais como: fatores de produtividade, qualidade e metodologias de trabalho e organização.

- Liderança de pessoas;
- Capacidade de análise;
- Relacionamento humano;
- Comunicação verbal e escrita;
- Flexibilidade, adaptabilidade;
- Conhecimento Técnico da Especialidade.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Porque não arriscar?

Quantas vezes você já deu uma resposta automática a um convite levando em conta experiências anteriores das quais se lembrava?
E quantas vezes deixou de fazer coisas só porque já classificou aquilo entre as coisas que não são boas... e que você não gosta?

Já notaram como escolhemos as coisas pelas experiências que passamos e nos esquecemos de um pequeno detalhe que faz toda a diferença. Nada se repete exatamente da mesma maneira nem uma única vez... Mudamos nós... mudam as pessoas... mudam as energias de cada dia... e muda a combinação de todos esses fatores...
O tempo flui ininterruptamente trazendo a cada dia energias únicas, e que combinadas com nossos momentos podem fazer com que a mesma experiência que foi ruim em um dia seja boa no outro e vice-versa.

Por que será que insistimos tanto em repetir o bom e em repelir o ruim e nunca... ou quase nunca nos lembramos que o que foi bom ou ruim foi a combinação do nosso estado de ser com aquele determinado dia, com determinada configuração de fatos e de pessoas que fizeram aquelas experiências inesquecíveis ou... dignas de serem completamente apagadas...

Tentar repetir situações e evitar outras nos faz perder a maior parte do presente da vida.

Com a nossa mania de querer garantias quase nunca nos permitimos experimentar o novo que vem em cada dia... e muito menos dar uma chance a nossa intuição... ao caminho do coração. Em vez disso... a qualquer convite do dia já respondemos automaticamente levando em conta nosso infindável arquivo de experiências passadas que, consciente ou inconscientemente, continuam filtrando as nossas escolhas.

Às vezes fico pensando que a cada dia deveríamos arriscar dar um salto no desconhecido...
Abandonar tudo que sabemos, que gostamos ou não... e experimentarmos coisas como se as tivéssemos conhecendo pela primeira vez... sem o crivo da razão e, tendo como guia o coração... seguir caminhos que sejam indicados, mesmo que isso represente fazer coisas que nunca imaginamos fazer.

Na realidade, sempre vivemos tudo pela primeira vez, se levarmos em conta toda a combinação de energias únicas de cada momento... mas a nossa disposição de acreditar que aquilo é uma repetição... que foi boa ou ruim... nos faz perder essa oportunidade mágica... dia após dia... ano após ano... E assim a vida corre plena de possibilidades que passam por nossos olhos... filtradas por óculos de velhas experiências e crenças que não nos deixam enxergar o fluir do novo...

Uma gama enorme de possibilidades está ao nosso alcance e nós nem percebemos...

Já pensou entrar em um novo dia... e, quando chegar a hora de escolher o que vai fazer, você se esquecesse do que gosta e do que não gosta e se deixasse guiar pela intuição? Experimentar olhar com olhos diferentes para tudo? Trocar o caminho já tão percorrido... que nossas memórias guardam, por caminhos abertos por uma pessoa nova... que tem coragem de seguir o coração e ir com Ele até o fim...

O Universo se comunica com a gente o tempo todo... nós é que às vezes damos pouco espaço para ouvir o que Ele está nos falando... porque já temos todas as respostas prontas no subconsciente.

Quem nunca se surpreendeu ao ir a um lugar que não queria, porque sabia que não gostava e, meio forçado teve que ir e acabou gostando muito? Eu já... assim como também já repeti muitas coisas só porque gostei muito... e não consegui mais encontrar aquele sabor que me fez colocar aquelas coisas entre as que gosto.

Será que conseguiríamos viver sem essas intermináveis listas do que gostamos ou não e teríamos coragem de dar uma chance para estar desprevenidos diante de um novo dia? Desprevenidos mesmo... como se tivéssemos uma amnésia passageira e pudéssemos usar, como bússola para nos guiar, somente a nossa intuição.

Talvez o novo que tanto ansiamos e esperamos já esteja aí e nós não o experimentamos porque estamos presos ainda a toda essa carga que nos faz escolher as coisas pelo passado... A chave está em nossas mãos... o novo está diante de nós... por que não arriscar?

Fonte: Rubia A. Dantes - www.stum.com.br

terça-feira, agosto 10, 2010

O QUE É SER EMPREENDEDOR?


“O empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços, pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e matérias."


“Empreendedor, trata-se simplesmente daquele que localiza e aproveita uma oportunidade de mercado, criando a partir daí um novo negócio."

A autodisciplina, ação e visão de negócio é o estilo comportamental que mais identifica as pessoas empreendedoras. Possuem características como: são inovadoras, inquietas, criativas, ousadas, além de terem sempre a sua visão voltada para o futuro. Por isso, elaboram todo um planejamento que vai permitir-lhes criar as condições vitais para o alcance dos seus objetivos, e têm sempre em mente que é importante alcançá-los tanto no plano profissional, quanto no familiar e pessoal. Motivadas por isto, criam sempre oportunidades e se envolvem com elas, entregando-se de corpo e alma para alcançar seus objetivos.


Para alguns, o sucesso dos negócios é pura sorte, mas para o empreendedor, é apenas o resultado de sua visão acompanhada de uma ação, pois, todos os dias são feitos para se realizar algo. Não ficam reclamando do sol ou da chuva, porque estão ocupados em atingir o que planejaram para sua vida. Os obstáculos que surgem são retirados de sua frente com trabalho e garra, não servindo nunca como “desculpas” para afastá-lo de seus objetivos.


A ousadia é outra característica de pessoas de sucesso. Até mesmo porque, para empreender no Brasil só mesmo com muita garra e perseverança. As dificuldades são extremas e poucas pessoas têm coragem para enfrentar os desafios que surgem em seu caminho.


O verdadeiro empreendedor não busca em primeiro lugar o lucro, porque sabe que ele será o resultado das ações da empresa. Ele tem que estar sempre ligado ao mundo, buscando cada vez mais novos conhecimentos para enfrentar os desafios.


Entretanto, qual será a razão para que alguns empreendimentos sejam bem sucedidos e outros fracassarem? Entre os diversos motivos, estão principalmente à falta de planejamento, pesquisa, conhecimento do negócio e do mercado.


Outro fator é que existem pessoas que não possuem características comportamentais empreendedoras necessárias para os negócios como coragem para assumir riscos, persistência, planejamento, rede de contatos, comprometimento, entre outras, ou se as têm, não as aprimoraram para se lançarem no mercado preparados para tal desafio.


Outro fator muito importante é que se deve ter um profundo conhecimento do negócio em que deseja empreender. Muitas pessoas têm idéias, porém ficam somente nelas, não passando nunca para a ação, atitude necessária para transformá-las em realidade e então fazendo as coisas acontecerem. E isto somente ocorrerá se a pessoa tiver uma verdadeira paixão por aquilo que faz, pois este é o combustível necessário para entusiasmar-se por seu projeto de vida.


O verdadeiro empreendedor é um campeão que não desiste fácil, pois acredita em sua capacidade, e vê os fracassos como oportunidade de aprender cada vez mais. Não fica esperando a vida passar. Ele somente tem olhos para o futuro, sendo capaz de investir todo seu tempo na realização de seus sonhos!

sábado, agosto 07, 2010

A Importância do Design

Você já percebeu a mudança que está ocorrendo na maneira de como, ou melhor, através de, realizamos uma compra? Atualmente observamos que os varejos estão consistentemente migrando para o modelo de autoserviço! No ramo das refeições, por exemplo, veja a explosão de restaurantes de comida por quilo acontecida nos últimos anos. Da mesma forma, as lojas de departamento, com menos vendedores para nos atender. E os bancos? Neles, nosso primeiro contato ao entrar nas agências é com as máquinas de autoatendimento! O controle da inflação também resultou no emprego de “vending-machines”. Em uso crescente, nelas podemos comprar hoje centenas de produtos. E os sites de compras? Nestes, praticamente tudo está à venda, por autosserviço!

Visando à diminuição de custos, o comércio investe em ferramentas que possibilitam transitar facilmente por seus espaços e interagir, sem intermediários, com os produtos e serviços à venda. Neste cenário, o design, aliás, o bom design, é fundamental para o sucesso nas vendas. Várias pesquisas, realizadas por diversos institutos, empregando metodologias distintas, em diferentes modelos de varejo, apontam sempre para o altíssimo índice de decisão, de que marca comprar, feito nas lojas.

Você já se perguntou o que o faz optar por uma, entre as diversas marcas de xampu, expostas lado a lado com suas concorrentes em uma loja? Ou a escolher determinado livro entre dezenas de outros no balcão de lançamentos de uma livraria? Ou a comprar o seu terceiro par de tênis, para usar na academia que você, há seis meses, promete começar a frequentar? Certamente, se você não é fiel a uma marca de xampu, não tem a indicação de um livro ou não é muito contido em seus hábitos de compras, você foi "pego pelo design".

É sabido que os dois lados do cérebro, o esquerdo, racional, e o direito, emocional, se conectam de modos diferentes com os ambientes onde as pessoas se encontram, através dos cinco sentidos. Os estímulos recebidos pelo lado direito seduzem, encantam, e geram o desejo de comprar. Já o lado esquerdo, atento aos estímulos racionais, justifica o desejo de comprar. Usualmente, as pessoas dizem que compram pelos benefícios funcionais e nunca pelos emocionais.


"Você não tinha a necessidade de comprar o seu décimo quinto esmalte, mas se encantou pela embalagem, pela tonalidade da cor, tão linda, tão diferente, tão na moda! Mas vai dizer que comprou porque os que você tem estão meio ressecados, ou que você vai dar uns para a sua filha, ou que o esmalte era muito barato."

O design é um recurso indispensável às marcas vencedoras, por estimular o encantamento, o amor à primeira vista, a conexão emocional com o cérebro. O design trabalha a "arquitetura da informação", expressando os diferenciais das mensagens, dos objetos, das embalagens, dos equipamentos, dos espaços, de forma a conectar as marcas às pessoas. Pense em algumas marcas brasileiras, líderes em seus mercados, como Havaianas, Natura, TV Globo, Cacau Show. Todas são marcas que investem consistentemente, há anos, em design, o que contribui de modo relevante para a fidelização de seus consumidores.


Em um mundo em que as mudanças são tão rápidas quanto a velocidade da luz,devemos ficar super atentos, extremamentes vigilantes e criativos, para olhar o que todos olham mas enxergar o que ninguém ainda viu!

sexta-feira, julho 23, 2010

Pior Inimigo: a auto-sabotagem!


Quando estamos bem e tudo está correndo conforme o planejado entra em cena a AUTO-SABOTAGEM, a traição começa dentro de nós mesmos! O grande inimigo a vencer não se encontra lá fora e sim dentro de cada um de nós e age no silêncio do dia-a-dia, escondido entre os nossos medos, anseios e dificuldades.

Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos. E isso acontece porque na maior parte do tempo nos sentimos culpados de estarmos alegres e realizados pessoal e profissionalmente, ou o contrário de estarmos tristes, fracassados, ausentes, inseguros, etc! Sentimos que não somos merecedores da felicidade nem do sofrimento. Não bastam os obstáculos naturais que a vida e as situações nos colocam, somos mestres na arte de encontrar dificuldades, criar mais empecilhos e complicar tudo o que puder ser facilitado.

Todo o ser humano deseja a realização, o sucesso e a felicidade em todos os aspectos. Dentro de nós existem mais medos e receios do que podemos imaginar. Apesar de querermos a felicidade usamos mecanismos de auto-sabotagem, sem perceber, inconscientemente, colocando muitas barreiras que acabam por nos impedir de atingir nossos objetivos.

Na maioria das vezes, é complicado entender que as dificuldades que encontramos no caminho estão saindo exatamente da mesma fonte, ou seja, da nossa cabeça, da nossa maneira de pensar e de agir.

Mentimos para nós mesmos!

Enganamo-nos e usamos muitos disfarces e desculpas. Sempre que duvidamos da nossa capacidade em superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Pois não queremos pensar no que estamos sentindo já que temos dificuldade para lidar com os nossos sentimentos sem julgá-los. Enfrentar nossos mais verdadeiros sentimentos requer extrema auto-sinceridade e auto-compaixão. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. A auto-sabotagem tem muitas origens e também muitas formas de se manifestar.

Para saber como fazemos isso, responda a pergunta:
"O que eu sei de mim mesmo que preferia não saber?".
A resposta gera em nós o autoconhecimento e é através dele que começamos a desarmar o mecanismo de auto-sabotagem.

Devemos ficar alertas para perceber qual é o mecanismo que estamos acionando, a identificar dentro de nós mesmos as razões para nossos fracassos, nossas atitudes, o que queremos da vida e o que estamos fazendo para chegar lá.

Muitas vezes, aquilo que se quer está claro, mas os métodos que estamos usando para chegar lá estão levando a caminhos totalmente opostos, e é exatamente aí que pode estar acontecendo a auto-sabotagem. Nós nos auto-sabotamos quando saímos do nosso propósito de vida.

Somente pelo processo de autoconhecimento, bem como o conhecimento real dos nossos objetivos, anseios e metas, onde queremos chegar e quais os caminhos e métodos que iremos escolher para alcançar, é que podemos entender se estamos ou não nos sabotando. E, se estamos fazendo isso, porque estamos tendo essa atitude, porque estamos sendo inimigos dos nossos próprios sonhos e desejos.

"Muitas vezes o medo da mudança é maior do que a força para mudar. Mas a segurança absoluta é também uma ilusão, pois é contrária a essência da vida que consiste em mudanças permanentes!"

domingo, julho 11, 2010


MENSAGEM PARA REFLEXÃO NO FINAL DE SEMANA! NEM SÓ DE COPA SE VIVE! É A DE 2014 A QUE ME REFIRO!

Osho, por que eu vivo sentindo que alguma coisa está faltando, que eu deveria ser algo a mais?

É porque desde a sua infância lhe foi dito que você, em si mesmo, é intrinsecamente inútil. Do jeito que você é, não tem valor algum. O valor tem que ser obtido, o mérito tem que ser evidenciado. Desde o início de sua infância, isto lhe foi ensinado milhões de vezes.

... Para destruir a crença dentro de uma criança, você tem que lhe provar que o valor não é algo dado pela natureza, mas, sim, que deve ser conquistado na vida. E você pode perdê-lo, a não ser que você trabalhe, seja muito ambicioso, lute com os outros... E para alcançar esse valor tem que lutar, olho por olho, dente por dente, tem que pisar na garganta do outro. Você foi condicionado a ser violento, ambicioso e cheio de desejos: para ter mais dinheiro, mais poder e mais prestígio.

...O seu intelecto está cheio de lixo e eu estou tentando despertar a sua inteligência. Toda a sociedade tentou fazê-lo inconsciente de sua inteligência. A sociedade é contra a sua inteligência. Ela quer que você seja medíocre, porque somente os medíocres podem ser bons escravos. Ela quer você sem inteligência e estúpido, porque somente as pessoas estúpidas podem ser dominadas.

E as pessoas estúpidas são obedientes, nunca são rebeldes. Pessoas estúpidas simplesmente vegetam. Elas nunca se esforçam para otimizar suas vidas. Elas nunca acendem as tochas de suas vidas, elas não têm intensidade. A estupidez é obediente e a obediência cria estupidez. (...)

Você me pergunta: Por que eu estou sentindo que alguma coisa está faltando?
Porque sempre lhe foi dito que você tem que encontrar alguma coisa. E você não está encontrando.

Por isto surge a sensação de que algo está faltando. Eu estou lhe dizendo que antes de tudo você nada perdeu. Por favor, pare de tentar encontrar, pare de buscar e procurar. Você já tem! Tudo o que é preciso você já tem. Simplesmente, olhe para dentro e você encontrará tesouros infinitos e inesgotáveis de alegria, amor e êxtase.

Nada estará faltando se você olhar para dentro, mas se você continuar procurando do lado de fora, você se sentirá mais e mais frustrado. E na medida em que você ficar mais velho, naturalmente, irá sentir que sua vida está escorregando de suas mãos e que você ainda não encontrou. E toda a ironia é que, antes de tudo, você nada perdeu! Aquilo sempre esteve dentro de você, neste momento está dentro de você.

... Nada está lhe faltando. Nada está faltando a ninguém. Pela própria natureza das coisas, nada pode estar nos faltando. Nós somos parte de Deus e ele é parte de nós. Não tem jeito, não há possibilidade de estar faltando algo.

(...) Você me pergunta: Por que eu estou sentindo que deveria ser algo a mais?
Foi-lhe dito repetidas vezes: 'Seja alguém! Veja Goutama Buda, Krishna, Cristo. Seja um Buda, um Krishna, um Cristo. ' Daí, certamente você morrerá na miséria, angustiado, completamente frustrado, chorando aos prantos, porque você não consegue ser um Buda. Você não está aqui para ser um Buda! Você não consegue ser um Cristo ou um Krishna. Você somente consegue ser você mesma.

Um grande Mestre hassid, Zusya, estava morrendo. As pessoas se juntaram, discípulos e simpatizantes. Um homem idoso perguntou. 'Zusya, logo você estará face a face diante de Deus, pois você está morrendo, e, quando estiver diante dele, você será capaz de lhe dizer que seguiu Moisés absolutamente, verdadeiramente?'

Zusya abriu seus olhos e estas foram as suas últimas palavras. Ele disse, 'Pare de falar tolices! Deus não irá me perguntar, 'Zusya, por que você não foi um Moisés?' Ele me perguntará: 'Zusya, por que você não foi um Zusya?'"
Você tem que ser justamente você mesmo e ninguém mais. Na verdade isto é o que significa natureza búdica: ser você mesmo.

(Osho, The Book of the Books.)


SIMPLIFICO: Invista em você! Você é e pode muito, mas muito mais que imaginas! Persiste e acredite em você!

quarta-feira, julho 07, 2010

Quem não erra, não se supera!

Achei bacanérrimo este artigo e, por isso, resolvi postar na íntegra aqui, mas cito com muitos méritos o autor e também seu site! Aconselho darem uma olhadinha lá, ler alguns artigos... espiarem os comentários! Vale a pena!

Superação...
Por: Maurício Louzada
Algumas palavras fazem parte do dia-a-dia de pessoas que trabalham com motivação: raça, vontade, desafio, disciplina, dedicação, coragem, determinação, renúncia, amor, superação... Palavras que trazem para a realidade algumas potencialidades latentes que todos temos, mas estão adormecidas, por algum motivo obscuro.

Mas para que servem todas essas palavras? Para nos acordar para a vida e lembrar que nossos sonhos são possíveis e nos impulsionam. Todos nós já nascemos com a capacidade de realizar tudo o que queremos, mas em algum momento perdemos a confiança e a certeza plena de que somos capazes.

Nestes anos todos ministrando palestras, descobri que as pessoas precisam ser relembradas sobre o seu real potencial. Precisam que alguem diga a elas: "Vamos, isso é possível, tudo o que você precisa está exatamente dentro de você!".

Na edição passada, escrevemos sobre a Seleção brasileira de futebol. Para mim, ao ver os jogadores em campo durante a Copa do Mundo, tive a nítida sensação de que faltava algo - um desejo, um sonho, uma visão... Não é a toa que surgiram na Internet piadas como: "Um Dunga, 11 sonecas e 190 milhões de zangados...". Onze sonecas? Sim, pois aqueles que não mostram garra e determinação rumo ao seus objetivos passam aos outros a sensação de estarem dormindo (uma injustiça com o zagueiro Lúcio - o único que parecia estar pronto para a SUPERAÇÃO).

Superação... Eis a palavra que abre a nossa edição. Superar é ter pleno domínio sobre a inércia. É usar a própria vontade para reverter um quadro. É uma faísca que nos faz acreditar, quando todos já desistiram. É ver um alvo que ninguém consegue ver, e com firmeza, acertá-lo.

Mas superação requer "assumir riscos". Tanta gente não faz nada, ou faz tão pouco, por não ter coragem de assumir os riscos, e assim se colocam na situação mais arriscada que existe - o risco de precauções em excesso - um risco que leva à inanição, uma situação na qual a pessoa se sente segura pois não irá experimentar fracassos ou cometer erros. Mas também não experimentará a verdadeira sensação de vitória. Erros fazem parte da vida. Com eles temos a oportunidade de recomeçar de uma forma mais inteligente.

Quem não erra, não se supera, não encontra dentro de si as palavras que trazem para a realidade toda sua potencialidade, e faz da vida um "lugar seguro" para "dormir".

Por que arriscar ser um vencedor? Talvez a resposta esteja em uma frase que li no para-choque de um caminhão: "Não leve a vida tão a sério, você não vai sair vivo dela..."

segunda-feira, junho 28, 2010

As três perguntas


Esta pequena história é baseada em um conto de 1903 de um dos maiores romancistas e um dos mais importantes filósofos e reformadores sociais da Rússia, Leon Tolstoi. Uma excelente história para se refletir a respeito dessas três perguntas que abarcam a todos nós.

Era uma vez um menino chamado Nikolai que às vezes não sabia muito bem com agir. “Quero ser uma boa pessoa, mas nem sempre sei a melhor maneira de fazer isso”, dizia ele aos amigos. “Se eu conseguisse encontrar as respostas para as minhas três perguntas, eu sempre saberia o que fazer.”

Qual é o melhor momento para fazer as coisas?
Quem é mais importante?
Qual é a coisa certa a ser feita?
Os amigos de Nikolai refletiram sobre a primeira pergunta.

Então Sônia, a garça, falou:
- Para saber o melhor momento de fazer as coisas, é preciso planejar com antecedência.

Gogol, o macaco, que andava procurando entre as folhas alguma coisa para comer, disse:
- Você saberá quando fazer as coisas e observar e prestar muita atenção.

Pushkin, o cachorro, que estava descansando, se revirou e disse:
- Você não pode prestar atenção em tudo sozinho. Precisa de companheiros para vigiar e ajudá-lo a resolver quando fazer as coisas. Por exemplo: Gogol, um coco vai cair na sua cabeça.

Nikolai pensou por um instante. Depois fez sua segunda pergunta:
- Quem é mais importante?
- Quem está mais perto do céu – disse Sônia, rodopiando rumo ao céu.
- Quem sabe curar os doentes – disse Gogol, esfregando o cocoruco machucado.
- Quem faz as leis – rosnou Pushkin.

Nikolai pensou um pouco mais. Depois fez a terceira pergunta:
- Qual é a coisa certa a ser feita?
- Voar – disse Sônia.
- Divertir-se o tempo todo – riu Gogol.
- Brigar – latiu Pushkin, na mesma hora.

O menino refletiu longamente. Gostava de seus amigos. Sabia que todos tentavam fazer o possível para ajudá-lo a responder a suas perguntas. Mas suas respostas não pareciam corretas.

Então, teve uma idéia.

“Já sei, ele pensou. “Vou perguntar a Leo, a tartaruga. Ela já viveu muito tempo. Com certeza sabe responder às minhas perguntas.”

Nikolai subiu ao alto da montanha, onde a velha tartaruga morava sozinha. Ao chegar, o menino a encontrou cavoucando um jardim. A tartaruga era muito velha, e cavoucar era um serviço difícil para ela.

- Tenho três perguntas para responder e vim pedir a sua ajuda – disse Nikolai. – Qual é o melhor momento para fazer as coisas? Quem é mais importante? Qual é a coisa certa a ser feita?

Leo ouviu com atenção e sorriu. Depois continuou cavoucando.
- Você deve estar cansada – disse Nikolai, finalmente. – Deixe-me ajudá-la.

A tartaruga agradeceu e lhe entregou a pá. E, como aquele trabalho era mais fácil para o menino do que para uma velha tartaruga, Nikolai cavoucou até todas as covas estarem prontas. No entanto, assim que ele terminou, soprou uma ventania e a chuva despencou das nuvens escuras.

Enquanto caminhavam às pressas para se abrigar na casa da tartaruga, Nikolai ouviu um grito de socorro.

O menino desceu correndo por uma trilha e encontrou um panda com a perna machucada por uma árvore que tinha caído. Com todo cuidado, Nikolai levou a panda até a casa de Leo e, com um pedaço de bambu, fez uma tala para a perna dela.

A tempestade continuava, batendo nas portas e janelas. A panda acordou.
- Onde estou? – perguntou. – Onde está minha filha?

O menino saiu correndo. O rugido da tempestade era ensurdecedor. Lutando contra o vendaval e a chuva, ele avançava pela floresta. Lá encontrou a filhinha da panda, deitada no chão, tremendo de frio. A pequena panda estava encharcada e assustada, mas viva. ikolai a levou para a casa da tartaruga, a enxugou e aqueceu. Então colocou-a nos braços da mãe.

Ao ver o que Nikolai tinha feito a tartaruga sorriu.

Na manhã seguinte o sol estava quente, os passarinhos cantavam e tudo no mundo ia bem. A perna da panda tinha melhorado e ela agradeceu a Nikolai por ajudá-la e por salvar sua filhinha da tempestade.

Naquele instante, Sônia, Gogol e Pushkin chegaram para ver como iam as coisas.

Nikolai sentia uma paz muito grande em seu interior. Tinha amigos maravilhosos. E tinha salvado a panda e sua filhinha da tempestade. Mas também estava decepcionado, pois não encontrara as respostas que procurava. Então perguntou novamente a Leo.

A velha tartaruga olhou para o menino.
- Muito bem, você encontrou a resposta para suas perguntas! – ela disse.
- Como assim? – perguntou o menino.
- Ontem, se você não tivesse ficado para me ajudar a cavoucar o jardim, não teria ouvido os gritos da panda, pedindo socorro. Portanto, o melhor momento foi aquele em que você me ajudou a cavoucar o jardim. Naquele momento quem foi mais importante fui eu, e a coisa mais certa a fazer foi me ajudar. Depois, quando você encontrou a panda machucada, o momento mais importante foi aquele em que você tratou da perna dela e salvou a sua filhinha. Quem era mais importante era a panda e sua filha. E a coisa mais importante a fazer foi cuidar delas e salvá-las.

- Então lembre-se de que há só um momento mais importante, e esse momento é agora. Quem é mais importante é quem está com você. E a coisa mais certa a ser feita é fazer o bem a quem está ao seu lado. Isso responde, querido menino, às perguntas sobre o que é mais importante no mundo.

- Por isso estamos aqui.

sábado, junho 05, 2010

Precisamos tanto de fé quanto de otimismo para agir


Há uma linha tênue separando essas duas formas de acreditar. A diferença não é apenas semântica, mas prática—embora inconsciente— e saber diferenciá-las talvez, apenas talvez, evite frustrações no trabalho e na vida pessoal.

Fé é crer quando tudo indica o contrário. “Fé é dar o primeiro passo antes de ver toda a escadaria”, disse Martin Luther King.

Otimismo é crer quando você já fez certo e acredita fortemente nisso. Há uma citação de Robert Brault fantástica: “Um lápis mede aproximadamente 17cm com uma borracha de apenas 1cm para o caso de você pensar que o otimismo acabou.”

Sem entrar no aspecto religioso, pensando do ponto-de-vista antropológico, como a maioria de nós age quando temos fé? O filósofo contemporâneo John Dewey dizia que “fé é não se preocupar”. Exatadimente! Por essência, a fé é um acreditar cego, você não duvida nem contesta, tudo que tem que fazer é acreditar — e não se esquecer de agir. Você dá um passo e acredita que a fé dará mais dois por você. Não raro, a fé leva pessoas a não agir ou a fazer muito menos do que poderiam. Um exemplo trivial: pessoas dizem “se eu ganhasse na loteria…”, mas quantas apostam com frequência? Loteria é algo baseado estritamente em fé.

O otimismo é um acreditar menos transcendental, mais realista, pode-se dizer... Requer algo factual pra ser acreditado. Você acredita que entrar naquele determinado segmento, por exemplo, vai dar certo porque irá oferecer versões personalizáveis — ao contrário dos concorrentes — a um custo menor.


Diante disso, você e sua equipe trabalham duro, colhem mais dados, constroem protótipos, testam, o público aceita e o produto é lançado. Você se sente otimista e faz projeções de aumentar o faturamento da empresa em 20% nos três primeiros meses. Você está sendo otimista porque tem motivos pra acreditar nisso.

Outro exemplo é o futebol. O último colocado de um campeonato tende a jogar com base na fé, já o que está em posição líder tende a jogar com otimismo. Mais vitórias significam maior otimismo. Mais derrotas significam baixa auto-estima e a única coisa com que se pode contar é a fé.

Resumindo, a fé leva você a acreditar mais, porém a agir pouco. Enquanto o otimismo leva você a agir, acreditar, e agir mais ainda. Você pode construir subsídios que geram otimismo, mas não fé. A fé vem de dentro (algo inexplicável), o otimismo vem de fora (cenário positivo).


O melhor que podemos extrair disso tudo é que precisamos tanto de FÉ como de OTIMISMO pra obter SUCESSO, seja na área pessoal ou profissional.

sexta-feira, maio 14, 2010

O Quanto Vale um Excelênte Atendimento!


Darei aqui um exemplo de quanto vale um bom atendimento tendo como foco um setor em que atuei bastante, prestando serviços de consultoria, o ramo de BARES E RESTAURANTES, mas o que expresso aqui cabe literalmente para qualquer empresa de serviços! Vamos lá!

Quantos novos restaurantes você já visitou e que tinham localização privilegiada, comida deliciosa, decoração impecável, mas o atendimento deixava a desejar? Você voltou a esses restaurantes? Indicou para algum amigo? O mau atendimento gera prejuízos que poderiam passar despercebido pela maioria dos proprietários ocupados com a rotina de seus estabelecimentos.

Existem vários motivos que fazem com que um cliente deixe de freqüentar um bar ou restaurante. Pesquisas do setor apontam que em 65% dos casos, o mau atendimento foi o motivo que espantou clientes das casas. O porcentual de 15% restante deveu-se a motivos como mudança de endereço, falecimento, entre outros fatores pouco controláveis pelo proprietário. Ressalta-se que apenas 4% dos clientes reclamam do mau atendimento, sendo que, para cada 1 (um) que reclama 26 (vinte e seis) outros, não o fazem, e destes, a maioria não volta. É mais fácil trocar de restaurante do que ver sua reclamação atendida.

Para uma melhor compreensão do assunto faremos aqui alguns cálculos. Se, em média, os clientes de um determinado restaurante, freqüentam-no pelo menos DUAS VEZES AO MÊS E GASTAM POR VOLTA DE R$ 40,00 em cada visita, então, PERDENDO UM SÓ CLIENTE, este estabelecimento DEIXARÁ DE GANHAR APROXIMADAMENTE A QUANTIA DE R$ 1.000 (hum mil reais) AO FINAL DO ANO.

Casas com problemas recorrentes de atendimento perdem mais do que um cliente por mês. Já parou para pensar em quanto dinheiro se perde com isso? Pior ainda é o efeito multiplicador, gerado por clientes insatisfeitos que comentarão suas más experiências para não menos de seis amigos. Muitos proprietários da área continuam, de maneira míope, investindo seus recursos para atrair novos clientes sem perceber que se não taparem os buracos do mau atendimento todos os seus esforços serão em vão.

Para compreendermos um pouco mais a importância do atendimento é fundamental entender que em bares e restaurantes não vendem SOMENTE bebidas e comidas, vendem EXPERIÊNCIAS E SENSAÇÕES.

- “Pessoas vão aos restaurantes para alimentar suas emoções, não seus estômagos”.
Na indústria do entretenimento, da qual fazem parte também hotéis, cinemas, teatros, e parques temáticos, a “experiência” é o nosso verdadeiro produto. Essas experiências são formadas por aspectos tangíveis e intangíveis. No caso de bares e restaurantes, a comida, a bebida e a decoração são as partes “palpáveis” do produto. É por meio de uma refeição saborosa e de um ambiente agradável que produzimos satisfação física e sensorial.

Contudo, isso é apenas uma parte do benefício buscado pelo cliente quando sai para comer fora de casa. Excetuando os casos em que a conveniência, a rapidez e o preço são as motivações principais o que se aplicaria, sobretudo, a restaurante do tipo quilo ou fast-food, a maioria de nós busca muito mais do que comida quando sai para comer. Primeiramente, buscamos satisfazer necessidades pessoais de diversão, lazer e entretenimento.

Satisfazemos ainda, com a escolha de um determinado lugar, necessidades relacionadas a status, exposição social e afirmação de estilo de vida. Finalmente e muito importante, buscamos a satisfação psicológica de ser atendido e servido por alguém. Esses são alguns dos benefícios intangíveis que buscamos e que indicam a enorme importância do atendimento na percepção de qualidade e na satisfação global do cliente.

E O QUE É UM BOM ATENDIMENTO?
É uma mistura de técnica, eficiência e atitude, que precisam estar de acordo ao perfil da sua casa e, conseqüentemente, de seu cliente, já que pessoas distintas buscam coisas distintas. Por exemplo, freqüentadores de bares poderão valorizar, sobretudo, a rapidez e a descontração dos garçons enquanto que clientes de restaurantes requintados avaliarão a exclusividade do atendimento, a técnica e o protocolo. Cabe a você, administrador do ramo, entender a sua clientela e equacionar a dose de cada um desses fatores. Pessoalmente, acredito que cordialidade e atenção são ingredientes apreciados por qualquer cliente em qualquer tipo de estabelecimento. A atitude é o que realmente faz a diferença no atendimento. Prova disso é que geralmente relevamos pequenas demoras e deslizes de técnica quando nos sentimos tratados de maneira atenciosa.

Acredito que em um mundo cada vez mais impessoal o cliente dará um valor ainda maior a fatores como atenção, cordialidade e a capacidade das empresas de fazê-lo sentir-se importante. Isso é o que conhecemos por HOSPITALIDADE, habilidade outrora tão comum entre nossas avós e que vem se tornando cada dia mais raro nas grandes cidades. É por isso que nos agradam tanto os lugares onde nos sentimos reconhecidos e onde parecem preocupar-se autenticamente conosco. Nesse sentido, tenho particular simpatia pelos pequenos empresários da área que mostram gosto pelo negócio envolvendo-se na operação diária de seus estabelecimentos e mantendo contato direto com os seus clientes.

Façamos uma reflexão: Você gosta de ser dono de casa? Nasceu para lidar com gente? Acredito que a maioria dos empreendedores da área jamais se questiona sobre isso antes de entrar no ramo. Restaurante é uma empresa que vive de gente, atende gente e depende de gente altamente motivada para funcionar. Gente pressupõe conflitos, estresse, humor e variabilidade. Assim que se esse não é o seu tema, contrate alguém com essas habilidades ou reveja sua decisão em trabalhar em um ambiente tão maravilhoso e sensível como este!

O cliente busca um conjunto de benefícios associados à experiência de comer fora. Por essa razão, O Mau ATENDIMENTO é o principal motivo da perda dele.
O relacionamento ruim gera não só prejuízos imediatos como também compromete o futuro da empresa, influenciando negativamente sua demanda potencial. O bom atendimento não é tarefa fácil. É resultado de um conjunto de fatores equacionados de acordo com o perfil de cada estabelecimento. Mas é sem dúvida a atenção, a simpatia e a cordialidade da equipe que trazem o seu cliente de volta. Gerenciamento é a palavra-chave para a qualidade de serviço, e por gerente entendemos o profissional capaz de formar, coordenar e motivar a equipe de atendimento ao mesmo tempo em que monitorar a satisfação do cliente.


Tratar de forma excepcional a seus clientes é o melhor investimento de marketing que uma empresa pode fazer.

O QUASE


Ainda pior que a convicção do não, e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

É o quase que me incomoda que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi. Quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu ainda está vivo, quem quase amou não amou.

Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.

Pergunto-me, ás vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor, não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cor, está estampada na distância e frieza dos sorrisos na frouxidão dos abraços, na indiferença do “Bom Dia” quase que sussurrados.

Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz.

A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, mas não são.

Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza. O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.

Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência, porém, preferir a derrota prévia á duvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.

Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.

Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque embora quem quase morre está vivo, quem quase vive já morreu.

(Por Luiz Fernando Veríssimo)

Pense nessas palavras, sábias palavras!

quarta-feira, maio 05, 2010

Vida - Por Clarice Lispector.

Competitividade-Estratégia-Darwinismo Organizacional


Na Administração Contemporânea muito se fala em "Estratégia". Empregado em sentidos variados e até bem genéricos, o termo, criado pelos gregos e originalmente vinculado às artes militares, de fato faz-se necessário ao dia-a-dia das organizações dos mais variados setores, concorrentes (ou combatentes) deste novo cenário de competitividade. Feitas as adaptações devidas, todos que buscaram a definição ou formulação de estratégias ao longo da história contribuíram com o conceito que hoje compartilhamos. Ou teria errado Alexandre, o Grande, em 330 a.C., ao definir estratégia como "o emprego de forças para vencer o inimigo"? Ou Péricles (450a.C.), ao definir como "habilidades gerenciais de administração, liderança, oratória e poder"? O que falar então dos milenares conselhos de guerra de Sun Tzu? E dos conselhos estratégicos de "marketing político" dados por Maquiavel a Cesare Borgia, em O Príncipe? Desde o início das civilizações houve a preocupação com aquilo que posteriormente seria chamado de "estratégia", o que mudou, e vem mudando, porém, é a intensidade, importância e precisão destas, uma decorrência da evolução da competitividade.

Charles Darwin vem apresentando, desde 1842, aquilo que seria a grande explicação para a evolução das espécies. O que hoje concebemos como "Seleção Natural" é o processo através do qual animais, desprovidos de cérebros desenvolvidos, competem pela sobrevivência quando vivem em um mesmo ambiente – saindo vitoriosos (vivos) aqueles mais adaptados àquela realidade. Entenda-se por "adaptados" aquelas espécies com peculiaridades que permitem melhor caçada, melhor fuga, melhor camuflagem etc. Neste cenário, a competitividade decide quem sobrevive, entretanto não cabe aos animais a formulação de estratégias que lhes garanta tal sorte. O êxito fica por conta do acaso e da probabilidade.

Com o marco histórico da Revolução Industrial, a grande mudança ficou por conta da capacidade de produção em larga escala. A competitividade começava a surgir, entre as organizações, porém tinha-se uma ingênua concepção de que a oferta gerava a demanda. As organizações teriam apenas a preocupação com a produção. Havia mercado para todos. Inclusive porque grande era a comercialização de commodities, regulada basicamente por oferta e procura, não cabendo neste momento, ainda, a necessidade de formulação estratégica tal qual hoje concebemos.

Dando seqüência a esta evolução de cenários competitivos, poderíamos mencionar a grande alteração ocorrida com o ciclo de vida dos produtos. Determinadas invenções, como por exemplo a fotografia, levaram até um século para chegarem a ser comercializadas. Nos dias atuais, todavia, os produtos possuem, em média, um ciclo de vida (entre a criação e o comércio) de até cinco meses apenas, com o setor de informática registrando alguns ciclos de apenas noventa dias. Eis o novo cenário competitivo, que exige uma constante preocupação com a Gestão Estratégica.

Vários são os fatores que contribuem com essa mutabilidade do ambiente corporativo e acirramento da competição organizacional: os ciclos econômicos, o envelhecimento da população e sua mudança de hábitos, a responsabilidade sócio-ambiental, as novas tecnologias, a globalização etc. O fato é que vivenciamos uma nova "seleção", não mais "natural", mas onde sobrevivem as organizações mais adaptáveis e flexíveis – é o Darwinismo Organizacional.

Richard Sennet, sociólogo americano, autor de "A Corrosão do Caráter", propõe o que chama de Sistemas Flexíveis, modelo sugerido às organizações que busquem a sobrevivência no atual cenário de competição globalizada. Seus pensamentos pressupõem a Reinvenção Contínua da Organização, através da reengenharia, do downsizing, do teletrabalho, enfim, com o rompimento de rotinas e processos burocráticos; a Especialização Flexível da Produção (produção sensível às demandas); a Concentração de Poder sem Centralização – que garantiria unidade com liberdade; e, por fim, Foco no Cliente, que pressupõe o fim da tentativa de criação de produtos/serviços que busquem atingir de imediato a satisfação dos clientes – segundo Sennet o segredo estaria na personalização e produção estimulada.

Para finalizar, concluo buscando, novamente, embasamento em uma teoria biológica, que, adaptada ao cenário empresarial, faz-se bastante apropriada. Trata-se do Princípio da Exclusão Competitiva de Gause, que afirmou que quando duas espécies diferentes habitam um mesmo ambiente e têm nichos muito semelhantes, uma delas irá sempre prevalecer, pois é mais adaptada àquele habitat. A mesma ideia pode ser adaptada às organizações concorrentes, que precisam lançar mão de estratégias e diferenciações adaptativas que lhes permitam sobreviver no mercado. É o Darwinismo Organizacional e sua seleção (não mais natural, visto que se permite influenciar) em constante aplicação.

Por: Adm. Rodrigo Cavalcante

quarta-feira, abril 28, 2010

Acesse o site www.termometrodoemprego.sp.gov.br e faça uma simulação de seu perfil profissional, ofertas de emprego!


Sempre que se busca um novo emprego o fator gerador de maior ansiedade é a espera. A pessoa que está desempregada tende a sentir-se ansiosa por conseguir o mais rapidamente, o tão almejado novo emprego. Porém, nem sempre a conquista é tão fácil e rápida. Então, chega um momento em que começa a se perguntar se tem algo de errado com ela ou o que está fazendo que não está dando certo. No entanto, estes sentimentos e questionamentos são normais.

Tendo em vista tal situação, a Secretaria do Emprego e das Relações do Trabalho do Estado de São Paulo (SERT) disponibilizou uma ferramenta de grande utilidade ao trabalhador: o Termômetro do Emprego. É muito fácil de ser utilizada e, para tanto, basta preencher corretamente os campos e fazer a simulação, conhecendo, assim, as suas chances de conseguir um espaço no concorrido mercado de trabalho.

Os dados que são apresentados no resultado são baseados em pesquisas detalhadas sobre os níveis de oferta, contratações e perfis dos candidatos que conseguiram se empregar nos últimos meses, vale conferir. É muito interessante e são passadas informações úteis para melhorar o seu perfil e diminuir o tempo de espera.

Simples e fácil, é possível acessa-la pelo site www.termometrodoemprego.sp.gov.br. É necessário o preenchimento de alguns dados que servirão de parâmetro para comparação e para o resultado final. Para calcular todas essas informações são usados dados do IBGE e da PME. Porém a ferramenta é apenas uma fonte de conhecimento e de verificação, com ela não é possível se candidatar à cargos, ela apenas traz estatísticas das principais regiões metropolitanas do sudeste, sul e nordeste.


ACESSE! E CONFIRA!

terça-feira, abril 27, 2010

Expansão da Consciência - TEXTO PARA REFLEXÃO


Ouso-me a publicar aqui um tema que acho de grande importância em nosso século, rico para refletirmos, e aceitarmos que conceitos antigos sobre consciência estão sendo acrescidos de novos paradigmas. Em busca de um Ser mais completo, com potencial de auto-transformação e auto-conhecimento e de sua visão de homem e de mundo.


Trata-se de técnicas terapêuticas de desenvolvimento pessoal e de abertura da consciência com enfoque na cura (não na doença) e na valorização das experiências positivas para ajudar a pessoa a reconstruir-se, a abrir-se ao positivo, à alegria de viver, à luz, ao seu potencial de inteligência total. Filosoficamente, isto agrada muito a todos, seja qual for seu objetivo, sua busca, isto é, seja visando o desenvolvimento pessoal no trabalho, nos estudos, nos relacionamentos, na vida cotidiana em geral, seja visando a cura física ou psicológica e/ou abertura aos potenciais interiores para alcançar uma vida plena, em todos os aspectos. A idéia básica é o reconhecimento do potencial de transformação que todo ser humano tem, abrindo e expandindo a consciência às múltiplas dimensões do Ser que cada um é.

Por isso, a expansão da consciência provoca experiências transformadoras profundas e radicais no indivíduo, quanto à sua visão de homem e de mundo, quanto à maneira de viver seu corpo, suas emoções, seu psiquismo e seu espírito, que é humano no tempo e divino na eternidade.

Confundida, muitas vezes, com "estado alterado", "modificado" ou "estado não ordinário de consciência", ela é, pelos seus objetivos e resultados, muito mais ampla pois, como o nome mesmo indica, não há perda da consciência, nem nenhum tipo de descontrole. A consciência que o indivíduo tem de si mesmo apenas se expande, se alarga, abrangendo outras dimensões de si mesmo, enquanto consciência individual e coletiva. Sem perda da identidade própria, a pessoa sente que é, simultaneamente, alguém ou algo mais e que está, ao mesmo tempo, em outro lugar, pois é a consciência que transcende os limites do espaço, do tempo e da causalidade linear. De uma certa maneira, estando a consciência em expansão, o indivíduo, durante um período, transcende o tempo linear, mergulhando num universo governado pela "sincronicidade"* (no sentido junguiano). Nesse período, ele vive experiências que desafiam o paradigma científico existente e o chamado "bom senso" defendido pelo nosso mental.

Como a expansão da consciência ocorre em consequência de uma decisão consciente do indivíduo, ela seguramente leva a uma evolução espiritual e a um despertar dos potenciais inconscientes, tais como habilidades, conhecimentos e sabedoria que toda pessoa possui.

O homem tem um cérebro. Mesmo que a ciência tenha localizado nele o chamado "centro da memória", ele não é a memória, não é a consciência do homem. Mas é através do cérebro que a consciência se expande, pois há um equilíbrio entre o infinitamente pequeno e o infinitamente grande. Por isso, quanto mais se trabalha e se compreende o infinitamente pequeno, mais se alcança o infinitamente grande. Sendo o homem o microcosmo, ele é a gota que contém todo o oceano. Como no universo tudo é vibração, é ritmo, é criação permanente, o que se passa no interior do homem é o que se passa no universo. E o que se passa no infinitamente grande somos nós que o criamos, pois tudo é extremamente interligado. Por isso, o nível de consciência de cada homem tem repercussões sobre todo o universo e não podemos fazer qualquer coisa, a qualquer um, de qualquer maneira, sem sofrermos as consequências como ser individual e como ser coletivo. A sabedoria está em reconhecer que a grandeza do homem está na compreensão dos seus limites. É por isso que, ao se desligar da sua consciência cósmica, planetária, o homem se identificou com o seu ego, com o seu pequeno eu, esquecendo-se de que é seu próprio criador. O que cada um faz ou pensa e o que acontece a um tem reflexos sobre tudo e todos, não sendo, portanto, algo vindo de fora, exterior e alheio à responsabilidade do homem.

Através do nosso cérebro, que funciona como uma antena, nos tornamos co-responsáveis por tudo que acontece no universo.

Nosso cérebro recebe influências exteriores e gera influências sobre o exterior. Funcionando como uma antena, é através dele que o homem é emissor e receptor de todo o universo, podendo ter acesso a tudo. Em sua atividade, ele produz eletromagnetismo em 4 níveis diferentes, que podem ser medidos por Eletro-Encéfalo-Grama (método criado por H. Berger). Segundo ele, há 4 tipos de ondas vibratórias: Beta, Alfa, Teta, Delta.

No nível beta o cérebro emite ondas de 40 ciclos/segundo e a pessoa está 80% desperta. Fisicamente, ela está em estado de vigília, de olhos abertos, percebendo o mundo físico através dos seus sentidos. Tudo o que é ligado à lógica, ao raciocínio, ao pensamento, isto é, a uma atividade mental, corresponde a esse nível, que é o da consciência do mundo material, percebida através dos nossos cinco sentidos.

As ondas vibratórias emitidas pelo cérebro em estado alfa são de 12 ciclos/segundo. Fisicamente, a pessoa está de olhos fechados, com os sentidos parcialmente adormecidos, num estado de descontração e relaxamento profundo, que corresponde ao pré-sono ou adormecimento. Esse nível, que é comum antes do sono profundo e um pouco antes de acordar totalmente e que Jung chamou de estado "hipnagógico", corresponde ao que chamamos "consciência superior", pois a pessoa ultrapassa a barreira mental e entra num estado de percepção extra-sensorial, tendo pensamentos intuitivos e criativos.

No nível teta, as ondas cerebrais são de 8 ciclos/segundo e a pessoa está de olhos fechados, inconsciente e com todos os sentidos adormecidos. O corpo está apenas na sua função automática e a pessoa se encontra insensível à dor. Esse estado corresponde ao de hipnose profunda.

A atividade cerebral no nível delta é muito lenta, isto é, de ½ a 4 ciclos/segundo. Nesse nível, os sentidos estão completamente adormecidos e a pessoa está totalmente inconsciente – o que corresponde a um estado de coma profundo, de sono profundo ou de anestesia geral.

O sono nosso de cada dia
Como o nome mesmo indica, no processo de expansão da consciência, a pessoa não está inconsciente, isto é, a sua consciência está apenas em expansão. Por isso, nós trabalhamos em estado alfa e ajudamos a pessoa a permanecer nesse estado, pois ele lhe permite controlar o que acontece. Caso contrário, ela pode trazer cargas emocionais do passado sem compreendê-las.

Os estados teta e delta são considerados "estados visionários" pois, estando a consciência mental totalmente adormecida, a pessoa se encontra imersa no inconsciente. Nesse caso, tanto o sono nosso de cada dia, quanto o coma profundo ou uma anestesia geral podem se tornar extraordinários processos de auto-ajuda. Embora algumas pessoas passem por profundas transformações graças às memórias individuais ou coletivas que trazem das experiências de cirurgia ou de coma, a maioria delas não se lembra do que aconteceu, nem procura compreendê-las depois. Entretanto, o processo acontece assim mesmo no nível inconsciente, podendo se manifestar no nível consciente ou não. Daí, a importância de um acompanhamento especial pré e pós operatório para ajudar a pessoa a viver a experiência de maneira consciente, compreendendo o seu significado para a sua vida.

A cada noite bem dormida, reabastecemos nossa consciência cotidiana de uma nova e mais elevada compreensão da vida.

Também, é importante reconhecer a importância do sono profundo (e consequentemente, dos sonhos) na nossa vida. Através dos sonhos, a consciência nos coloca em contato com mensagens e ensinamentos simbólicos necessários à nossa vida diurna. Assim é que a cada noite bem dormida, estamos inconscientemente reabastecendo nossa consciência cotidiana de uma nova e mais elevada energia de compreensão da vida. No caso de insônia, o que acontece é o contrário, isto é, a pessoa, estando demasiadamente voltada para o mundo exterior, não consegue desligar-se das solicitações externas e reabastecer-se das energias da sua consciência superior.

Descobrindo potenciais interiores
Considerando-se que, em estado de vigília, normalmente o nosso cérebro produz ondas em ritmo beta, seja com a finalidade de meditação, de auto-conhecimento, de busca do potencial interior, de cura ou de regressão, a expansão da consciência começa sempre com relaxamento físico e mental, quando o nível da atividade cerebral se torna mais lento, produzindo ondas alfa. Nesse estágio, a pessoa se torna calma, tranquila, em paz e harmonia consigo mesma, pois quanto mais profundo é o relaxamento, mais lenta é a atividade cerebral e mais a consciência se abre.

Nessa fase de profundo relaxamento, a pessoa tem a sensação de estar flutuando e seu campo visual (por detrás dos olhos fechados) se torna rico em cores e, às vezes, animado por formas geométricas. Segundo Grof, essas visões geométricas "refletem a arquitetura interna da retina e de outras partes do sistema ótico". A partir daí, começam a aparecer os sinais físicos de expansão da consciência, tais como ligeira palidez, as pálpebras "piscam" ou tremem intensamente e, sobretudo o tom de voz muda sensivelmente, tornando-se mais calma e suave ou mais grave, ou infantil, e etc, conforme os conteúdos que emergem do inconsciente da pessoa. Tenho encontrado alguns clientes que, nesse estágio, falam línguas que jamais estudaram e outros que falam até mesmo línguas há muito desaparecidas. Isto, além de se descobrirem com capacidades, nunca antes imaginadas, que se manifestam à medida que avançam em sua caminhada interior.

Embora nosso enfoque privilegie a experiência "positiva", esse mergulho no mundo interior pode despertar memórias "negativas", dolorosas do passado - memórias essas bloqueadas no inconsciente da pessoa, mas que continuam a influenciá-la, sendo muitas vezes a origem dos seus males do presente. Por isso, nesse processo de expansão da consciência, o indivíduo se desperta para o seu potencial de cura, inclusive física, compreendendo que na vida nada é negativo ou positivo, pois tudo contém ensinamentos, e que a doença ou sofrimento, não é castigo, nem fruto do acaso. Ela é uma expressão da alma através do corpo, é um ensinamento que deve levar o homem a transformar-se interiormente e a evoluir. É a consciência da doença e a aceitação das suas causas reais que permitirão acelerar o processo de cura.

Encontrar as causas profundas, a origem real de uma doença ou de um problema permite melhor compreender o caminho de vida, abrir a consciência para o Ser interior, aliviar os sofrimentos da existência, viver uma vida mais rica e, sobretudo mudar o nosso futuro.

Portanto, esse trabalho de expansão de consciência, além de possibilitar uma abertura ao potencial de inteligência e de criação presente em todo ser humano, permite também que a pessoa se liberte das seqüelas do passado, das experiências "negativas" que a fazem ver o mundo, a vida e a si mesma através de uma percepção limitada, contaminada pelas suas ambivalências de amor e ódio, pelas suas "máscaras" sociais, pelos seus medos, julgamentos, culpas, apegos, conceitos e preconceitos. Liberar conscientemente as memórias "negativas" do inconsciente, esvaziando-o, permite que o indivíduo tenha acesso às suas memórias "positivas", libertando-se para uma vida mais feliz. Por isso, a expansão da consciência provoca experiências transformadoras profundas e radicais no indivíduo.

Além de possibilitar auto-conhecimento, cura física, emocional e espiritual, nossas técnicas de expansão de consciência não têm apenas objetivo de regressão, mas também de projeção no futuro, que existe em potencial no coração de cada um de nós e pode ser construído em função das compreensões alcançadas no presente. Elas ajudam, também, a pessoa a descobrir, ampliar e utilizar, à luz da consciência do presente, seus potenciais interiores de conhecimentos, habilidades, dons e sabedoria. Isto, porque "o mundo interior não se reduz apenas às memórias do passado nele depositado, ele continua uma permanente atualidade, um eternal presente. Sua ordem não é apenas a reconstituição do Ser, mas a sua revelação". Por isso, transformando-se de dentro para fora, a pessoa se renova em todos os aspectos. Com a sua consciência expandida, ela passa a ver e a compreender as pessoas, o mundo e os acontecimentos, não sob um ângulo ou outro, nem limitados a um aspecto ou outro, mas à luz da totalidade.

*Sincronicidade, no sentido junguiano, é a ocorrência de eventos que coincidem no tempo e no espaço, que nem sempre obedecem às leis da causalidade, mas que estabelecem conexões psicológicas significativas.

segunda-feira, abril 26, 2010

A importância do diagnóstico organizacional



Realizar um diagnóstico organizacional é de suma importância para uma empresa, pois é através deste que apuramos o potencial ou as dificuldades da mesma. Consiste numa análise minuciosa da organização cujo propósito é levantar todas as características: forças, fraquezas, ameaças e oportunidades.

Um diagnóstico é cabível tanto nos bons como nos maus momentos de uma empresa. É um instrumento indispensável de gestão, uma técnica gerencial de primeira ordem, mesmo que a empresa apresente resultados satisfatórios.

Ao se realizar um diagnóstico numa empresa sã, as decisões serão mais importantes e fundamentais, similarmente seria como diagnosticarmos uma doença em fase inicial e tratá-la a tempo.

Um diagnóstico empresarial pode contribuir para uma melhor tomada de decisão, pois é o instrumento que apresenta uma visão global e dinâmica da empresa e define um roteiro geral do processo de decisão, não se trata de uma avaliação técnica, mas de um procedimento que habilita o empresário a obter uma visão clara, simples e precisa do conjunto de seu negócio.

Ao finalizarmos um diagnóstico numa empresa, faz-se necessário a concordância da direção, dos problemas levantados, se apresentam caráter de gravidade e urgência, exigindo rápida intervenção e estudando propostas das soluções a adotar.

O conjunto do trabalho de análise deverá se desenvolver em um clima de inteira confiança- mútua e permanente.

Um diagnóstico empresarial tem como objetivo elaborar um inventário dos pontos fortes e fracos de uma empresa em todos os seus aspectos. A tomada de decisão caberá ao dirigente da empresa, podendo prosseguir ou parar sua ação, então não será um diagnóstico que poderá piorar o estado de uma empresa, é necessário coragem em visualizar a importância da mudança e suas conseqüências.

O Consultor empresarial é o agente de mudança externo à empresa, que através de um processo interativo, assume a responsabilidade de auxiliar os executivos e profissionais de uma empresa na tomada de decisão.

Na elaboração de um diagnóstico o consultor é a peça chave, pois através de suas análises, na coleta de informações, identificará os problemas , determinará suas causas, avaliará os recursos humanos e suas qualificações, na busca de soluções adequadas.

Cabe ao empresário decidir se quer realmente mudar, se deseja vida nova, deverá permitir extrair às “ervas daninhas” que estão impedindo o seu crescimento, e renovar sua decisão de sobrevida, é doloroso, porém é a melhor resposta contra a crise!

domingo, abril 25, 2010

O trapezista



Um velho trapezista de circo dedicava-se a formar jovens acrobatas. Um grupo de alunos, após vários meses de treinamento intenso, tinha agora que enfrentar o teste principal: seu primeiro salto no trapézio a 15 metros de altura.

Um a um, os jovens foram superando aquela prova, até que o último aluno se posicionou na plataforma, aguardando o momento certo para o salto, em busca do trapézio que balançava suavemente na sua frente. E o tempo ia passando e o jovem continuava lá, olhando para um ponto qualquer à sua frente, imóvel como que congelado.

O velho professor, observando a hesitação do aluno, procurou ajudá-lo:

- Vamos lá rapaz... Pule!

Sem qualquer reação o jovem gaguejou:

- Eu não posso... Não posso pular... Eu me vejo morto lá embaixo estendido no chão.

Naquele instante o silêncio se fez sentir no picadeiro. Todos os presentes acompanhavam tensos aqueles momentos.

O velho trapezista subiu até então onde estava o jovem e calmamente disse-lhe:

- Se não tivesse certeza que você seria capaz de pular não pediria para fazê-lo. Você tem conhecimentos técnicos e competência para executar este movimento. Vou lhe dar um conselho... Preste atenção: primeiro atire seu coração e a mente naquela barra... o corpo irá atrás... Acredite!

Passados alguns segundos o jovem aluno se lança no espaço resoluto e agarra o trapézio, ouvindo então as palmas dos que o observavam naquele instante.

Assim como o aluno, quantas vezes nos sentimos "congelados" quando só focamos o objetivo ou resultado final, pensamos no pior, que não vamos conseguir ou não vai dar certo. Esquecemos de checar e passar por cada processo: como treinamos e projetamos cada passo, analisamos consequências, resolvemos possíveis problemas e desafios, ações, até a chegada do momento da apresentação e do resultado final. Com certeza, desta maneira, estaremos orientados para resultados, mas conscientes de todo o processo de aprendizagem e diagnóstico da situação (organização).


O velho professor quando pedia ao jovem para jogar o coração e a mente, estava na realidade dizendo:

- Atire na mente sua confiança, sua fé, sua determinação. Pense chegar com o coração em todo o processo que fizeste e treinasse para chegar aonde estás, o momento de mostrar seu resultado, e a parte material vem na seqüência.

Criar uma imagem mental positiva ajuda a "descongelar" o raciocínio.

domingo, abril 11, 2010

"10 PALAVRAS UNIDAS AO SUCESSO"


1. INTRIGA = A sua vida é mais intrigante e misteriosa quando está em movimento;

2. GESTO = A mudança não ocorrerá com uma única ação, mas com uma série de pequenos e importantes gestos;

3. CAMINHO = A mudança real e duradoura é como arar um caminho. Quanto mais você usa, mais fácil fica;

4. EVOLUÇÃO = Admitir para si mesmo que você não conhece, é que você começa a evoluir;

5. PASSO = Nunca é tarde para dar o primeiro passo em direção à suas aspirações;

6. TRANSIÇÃO = Cada transição é uma oportunidade de olhar para quem você é - e onde você está indo;

7. DESCONHECIDO = Não deixe o medo do desconhecido segurar você de volta, de você fazer uma mudança;

8. TENTANDO = Aprenda algo novo. Enfatize o tentar, o aprender,desenvolver e, não só o "sucesso";

9. DESEJO = O desejo de mudança aparece em seu corpo, bem como em seus pensamentos. Preste atenção à ele;

10. OPORTUNIDADE = Considere hoje a oportunidade de uma vida. Começar de novo. Grande sucesso!



"10 REFLEXÕES SOBRE SUCESSO"


1. PROSPERAR = Assim como uma semente contém tudo para brotar, então você já está equipado para prosperar;

2. CRESCIMENTO = Você não pode crescer sem pressionar seus limites;

3. AULAS = Veja os erros não como defeitos pessoais. Mas, como a fonte das lições mais valiosas de sua vida;

4. EMPOWERMENT = Pense no dinheiro como energia. Não autorize usá-lo para controlar a sua vida;

5. RESILIÊNCIA = Cada momento de sofrimento traz a oportunidade de construir resiliência;

6. REWARDS = Com cada desafio surge um novo crescimento. Envolver-se em esforços é gratificante;

7. FOCO = Tropeços fazem parte de qualquer processo. Mantenha-se focado em onde você está indo;

8. DIREÇÃO = Encontre o seu rumo na vida. Olhando sempre para onde você quer ie, não onde você não quer;

9. VALOR = Conheça o Seu valor - e não aceite nada menos;

10. SONHOS = Faça deste dia que você parar de sonhar e verdadeiramente começar a fazer um sucesso.


sábado, março 20, 2010

A FELICIDADE É SUA RESPONSABILIDADE! ACREDITE!


Nosso subconsciente trabalha na materialização de nossas crenças. Ele não tem senso de humor. Faz sempre o que acreditamos. Não falha. Dessa forma, o fracasso não existe. Você foi sempre um sucesso! Sua vida é obra sua. Você é responsável por suas experiências. Mesmo aquelas que parecem não depender de você foram atraídas por sua forma de pensar.
As coisas não vão bem? Só colhe infelicidade? É hora de perceber como você consegue fazer isso. Certamente não escolheu a atitude adequada para obter bons resultados. Mudando essa atitude, tudo se modificará.
A vida deseja que você desenvolva seus potenciais de espírito eterno e aprenda a ser feliz. A felicidade é nosso destino e só o bem é verdadeiro. Para nos ensinar isso, a vida programa nossas experiências de acordo com nossas necessidades. Através do resultado dessas experiências conquistamos a sabedoria.
Na queixa há sempre uma justificativa para continuarmos a ser como somos, mas há também uma auto-imagem negativa. Você pensa que não pode fazer nada, que é incapaz e não merece. Conforma-se em ser pobre, em ficar em segundo plano, em pensar primeiro nos outros (“é feio pensar em você primeiro”). Acha que, para você ter, outros terão que dar e perder. Como se Deus fosse pobre e tão limitado que para dar a uns teria que tirar de outros. Esses pensamentos são altamente depressivos e atraem infelicidade.
Seu subconsciente obedece às mensagens que você lhe envia. Você tem todo o poder de criar seu próprio destino. Se deseja viver melhor, reconheça isso.
Faça uma lista de suas crenças e até das frases que costuma dizer. Se puser atenção e for sincera, logo vai perceber quais as crenças que são responsáveis por sua infelicidade. Não pense mais nelas. Esqueça-as. Quanto mais se preocupar em eliminá-las, mais pensará nelas e as alimentará.
Trate de cultivar o oposto. Faça afirmações positivas sempre usando o presente. Exemplo: “Eu sou feliz”, “Tenho muita sorte”, “Minha saúde está cada dia melhor”, etc. Escreva-as e espalhe-as em sua casa, nos lugares onde você possa vê-las constantemente. Repita-as várias vezes por dia.
Mas não se esqueça de pôr emoção nelas, acreditar realmente no que afirmar. Ignore aquela vozinha que lhe diz que não vai funcionar. Não custa nada experimentar.
Lembre-se de que todos os problemas de sua vida foram criados por você. Você foi, é e sempre será um sucesso. Suas escolhas podem ter dado um resultado diverso do que você esperava, mas você conseguiu materializá-las. Refletem o que você crê, e o que você crê seu subconsciente materializa... Pense nisso.

Percepção de solidão

Uma mulher entra no cinema, sozinha. Acomoda-se na última fila. Desliga o celular e espera o início do filme. Enquanto isso, outra mulher entra na mesma sala e se acomoda na quinta fila, sozinha também. O filme começa.

Charada: qual das duas está mais sozinha?

Só uma delas está realmente sozinha: a que não tem um amor, a que não está com a vida preenchida de afetos. Já a outra foi ao cinema sozinha, mas não está só, mesmo numa situação idêntica a da outra mulher. Ela tem uma família, ela tem alguém, ela tem um álibi.

Muitas mulheres já viveram isso - e homens também. Você viaja sozinha, almoça sozinha em restaurantes, mas não se sente só porque é apenas uma contingência do momento - há alguém a sua espera em casa. Esta retaguarda alivia a sensação de solidão. Você está sozinha, não é sozinha.

Então de repente você perde seu amor e sua sensação de solidão muda completamente. Você pode continuar fazendo tudo o que fazia antes - sozinha - mas agora a solidão pesará como nunca pesou. Agora ela não é mais uma opção, é um fardo.

Isso não é nenhuma raridade, acontece às pencas. Nossa percepção de solidão infelizmente ainda depende do nosso status social. Se você tem alguém, você encara a vida sem preconceitos, você expõe-se sem se preocupar com o que pensam os outros, você lida com sua solidão com maturidade e bom humor. No entanto, se você carrega o estigma de solitária, sua solidão triplicará de tamanho, ela não será algo fácil de levar, como uma bolsa. Ela será uma cruz de chumbo. É como se todos pudessem enxergar as ausências que você carrega, como se todos apontassem em sua direção: ela está sozinha no cinema por falta de companhia! Por que ninguém aponta para a outra, que está igualmente sozinha?

Porque ninguém está, de fato, apontando para nenhuma das duas. Quem aponta somos nós mesmos, para nosso próprio umbigo. Somos nós que nos cobramos, somos nós que nos julgamos. Ninguém está sozinho quando curte a própria companhia, porém somos reféns das convenções, e quando estamos sós, nossa solidão parece piscar uma luz vermelha chamando a atenção de todos. Relaxe. A solidão é invisível. Só é percebida por dentro.

quarta-feira, março 17, 2010

Você sabe mesmo para que serve uma Pesquisa de Clima Organizacional?


Hoje, neste mundo tão cheio de transformações, em meio à globalização, fusões e aquisições, as empresas devem, cada vez mais, melhorar seus índices de competitividade e para isso ela depende quase que única e exclusivamente de seus Seres Humanos - motivados, felizes e orgulhosos dos valores compartilhados com a organização.

Pesquisas indicam que colaboradores com baixos índices de motivação, utilizam somente 8% de sua capacidade de produção. Por outro lado, em setores,áreas,empresas onde encontramos colaboradores motivados este mesmo índice pode chegar a 60%.

As empresas precisam manter o índice de motivação de seus colaboradores o mais elevado nível possível de forma que este valor passe a ser um dos seus indicadores de resultado. Ou seja, de um bom resultado final nos seus negócios.

Para verificarmos como está a motivação dos colaboradores de uma empresa podemos avaliar o Clima organizacional através de uma ferramenta a PESQUISA DE CLIMA.

Mas o que é Clima? Clima é a percepção coletiva que as pessoas têm da empresa, através da experimentação de práticas, políticas, estrutura, processos e sistemas e a conseqüente reação a esta percepção.

E o que é uma Pesquisa de Clima Organizacional? É um instrumento voltado para análise do ambiente interno a partir do levantamento de suas necessidades. Objetiva mapear ou retratar os aspectos críticos que configuram o momento motivacional dos funcionários da empresa através da apuração de seus pontos fortes, deficiências, expectativas e aspirações.

Esta atitude da empresa pode elevar bastante o índice de motivação, pois dentro desta ação está intrínseco a frase "estamos querendo ouvir você", "você e sua opinião são muito importantes para nós". A crença na empresa aumenta sensivelmente.

A Pesquisa de Clima é uma forma de mapear o ambiente interno da empresa para assim atacar efetivamente os principais focos de problemas melhorando o ambiente de trabalho. Porém, tanto os pontos positivos quanto os pontos problemáticos encontratos devem ser discutidos com todos os envolvidos na pesquisa e, juntos formar idéias para que efetivamente se solucione as deficiências encontradas.

É importante dizer que a Pesquisa de Clima deve sempre estar coerente com o planejamento estratégico da organização e deve contemplar questões de diferentes variáveis organizacionais, tais como:

O trabalho em si – Com base nesta variável procura-se conhecer a percepção e atitude das pessoas em relação ao trabalho, horário, distribuição, suficiência de pessoal, etc;

Integração Setorial e Interpessoal – Avalia o grau de cooperação e relacionamento existente entre os funcionários e os diversos departamentos da empresa;

Salário – Analisa a existência de eventuais distorções entre os salários internos e eventuais descontentamentos em relação aos salários pagos por ouras empresas;

Estilo Gerencial – Aponta o grau de satisfação do funcionário com a sua chefia, analisando a qualidade de supervisão em termos de competência, feedback, organização, relacionamento, etc;

Comunicação – Buscar o conhecimento que os funcionários têm sobre os fatos relevantes da empresa, seus canais de comunicação, etc;

Desenvolvimento Profissional – Avalia as oportunidades de treinamento e as possibilidades de promoções e carreira que a empresa oferece;

Imagem da empresa – Procura conhecer o sentimento das pessoas em relação à empresa;

Processo decisório – Esta variável revela uma faceta da supervisão, relativa à centralização ou descentralização de suas decisões;

Benefícios – Apura o grau de satisfação com relação aos diferentes benefícios oferecidos pela empresa;

Condições físicas do trabalho – Verifica a qualidade das condições físicas de trabalho, as condições de conforto, instalações em geral, riscos de acidentes de trabalho e doenças profissionais;

Trabalho em equipe – Mede algumas formas de participação na gestão da empresa;

Orientação para resultados – Verifica até que ponto a empresa estimula ou exige que seus funcionários se responsabilizem efetivamente pela consecução de resultados.

Além de ouvir seus funcionários sobre o que pensam em relação a essas variáveis, as empresas devem também conhecer a realidade familiar, social e econômica em que os mesmos vivem. Somente assim poderão encontrar outros fatores do clima organizacional que justificam o ambiente da empresa.

É importantíssimo salientar de que NÃO existe uma Pesquisa de Clima PADRÃO. Cada empresa DEVE ADAPTAR o questionário A SUA REALIDADE, LINGUAGEM e CULTURA de SEUS COLABORADORES!

Para que a empresa tenha sucesso na mensuração do clima organizacional é necessário: CREDIBILIDADE no processo, SIGILO e CONFIANÇA.


As principais contribuições que podemos obter da Pesquisa de Clima são:

● O alinhamento da cultura com as ações efetivas da empresa;

● Promover o crescimento e desenvolvimento dos colaboradores;

● Integrar os diversos processos e áreas funcionais;

● Otimizar a comunicação;

● Minimizar a burocracia;

● Identificar necessidades de treinamento e desenvolvimento;

● Enfocar o cliente interno e externo;

● Otimizar as ações gerenciais, tornando-as mais consistentes;

● Aumentar a produtividade;

● Diminuir o índice de rotatividade;

● Criar um ambiente de trabalho seguro;

● Aumentar a satisfação dos clientes internos e externos.


E o Oscar vai... Para a Compaixão!

Permitam-me que explique o que entendo por compaixão.

“Habitualmente, o nosso conceito de compaixão ou de amor refere-se ao sentimento de proximidade que temos pelos nossos amigos e entes queridos. Por vezes a compaixão acarreta também um sentimento de piedade, o que não está certo - qualquer sentimento de amor ou de compaixão que implique olhar de cima para os outros não é uma verdadeira compaixão. Para ser autêntica, a compaixão deve basear-se no respeito pelo outro e na compreensão de que os outros, tal como nós, têm o direito de ser felizes e de acabar com o sofrimento. A partir daí, porque tomamos consciência do seu sofrimento, desenvolvemos um verdadeiro sentimento de preocupação pelos outros.

Quanto à proximidade que sentimos pelos nossos amigos, em geral esse sentimento é mais um tipo de apego do que compaixão. A verdadeira compaixão deve ser imparcial. Se nos sentimos próximos dos nossos amigos, mas não dos inimigos ou do grande número de pessoas que nos são desconhecidas e indiferentes, nesse caso, apenas temos uma compaixão parcial ou preconcebida.

Como disse atrás, a verdadeira compaixão baseia-se no reconhecimento de que o direito dos outros à felicidade é idêntico ao nosso e que, por conseguinte, mesmo um inimigo é um ser humano que, tal como nós, aspira à felicidade e, tal como nós, tem o direito de ser feliz. Chamamos compaixão ao sentimento de interesse pelos outros que se desenvolve nesta base - uma compaixão que se estende a todos, independentemente da atitude amigável ou hostil que possam ter por nós.

Um aspecto deste tipo de compaixão é o sentimento de responsabilidade pelos outros. Quando desenvolvemos semelhante motivação, a nossa autoconfiança cresce automaticamente. Isso, por sua vez, reduz o medo, o que nos serve de base para uma grande determinação. Se logo à partida estivermos firmemente determinados a cumprir uma tarefa difícil, pouco importa se falharmos à primeira, à segunda ou à terceira vez. O nosso objectivo é muito claro, pelo que continuamos a esforçar-nos. Esta espécie de optimismo e de atitude determinada é um factor crucial para o sucesso.

A compaixão dá-nos igualmente uma grande força interior. Uma vez desenvolvida, ela abre-nos, naturalmente, uma porta interior, através da qual podemos comunicar facilmente e de coração a coração com os nossos semelhantes, os seres humanos, e mesmo com os outros seres sensíveis. Por outro lado, se tivermos ódio e maus sentimentos pelos outros, eles poderão sentir o mesmo por nós. Em consequência, a suspeição e o medo acabam por criar uma grande distância entre nós e os outros, ao ponto da comunicação tornar-se muito difícil e de acabarmos por nos sentir sós e isolados. Não significa que todos os membros da comunidade vão nutrir sentimentos negativos para connosco, mas talvez alguns olhem para nós de uma maneira negativa, por causa da nossa própria atitude.

Se cultivarmos sentimentos negativos pelos outros e ainda assim esperarmos que eles nos tratem com amizade, não estamos a ser razoáveis. Se quisermos que a atmosfera que nos rodeia seja mais amigável, temos de começar por criar um terreno que o proporcione. Caso mesmo assim os outros reajam negativamente connosco, temos então todo o direito de agir em consequência.”(…)

© Sua Santidade o 14º Dalai Lama

sexta-feira, março 05, 2010

O Eterno Agora


Toda a felicidade e realização que os seres humanos anseiam existe no momento presente. No agora, o tempo pára de existir e nós experimentamos uma presença que é toda absorvente, completamente em paz, e totalmente satisfatória.
Nada pode estar mais próximo do que o presente, no entanto, nada nos escapa mais rápido. Em um instante a nossa mente nos leva para longe em memórias do passado ou fantasias sobre o futuro. Ou nós podemos nos perceber em uma corrida contra o relógio, sentindo como se nunca existisse tempo suficiente. Nós dizemos coisas como “O tempo está voando”, “O tempo está se acabando”, ou “Nunca existem horas suficientes em um dia.”
De algum modo nós nos esquecemos que escolhemos se queremos que o tempo seja nosso inimigo ou um aliado. Nós podemos mudar de uma percepção presa ao tempo para uma percepção atemporal… para o êxtase que somente pode ser encontrado no momento presente.
O que vale é o momento presente, que é o único momento que realmente existe e que realmente pode mudar a sua vida, seja pra pior ou pra melhor. É você quem decide.